De Blob

julho 31, 2009

Um Senhor Platformer

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Se Mario Galaxy é O Platformer, De Blob não fica por menos.

E INTERATIVIDADE é uma palavra bastante presente nas definições do jogo.

O enredo que envolve o jogo é simples, cheio de mensagens políticas. O jogo conta que existia um mundo colorido, estilo tropical, onde pessoas viviam felizes, todos tinham suas diferenças, cada um tinha sua cor, e as diferenças se harmonizavam. Até que surgiu um ditador e acabou com as cores do mundinho, todo mundo era igualmente preto-e-branco (nota-se uma clara referencia ao socialismo), então um ser pacato que vivia na floresta resolve revolucionar a situação, com alguns aliados planeja o seu golpe de estado.

De Blob tem que trazer de volta a cor a cidade, a cidade é toda em escala de cinza, e com essa proposta que começamos a ver a criatividade da Blue Tongue.

Os comandos são simples, analógico para mover o personagem, ‘C’ para ajustar a camera, Z como trava de mira em alguns lugares específicos, Direcional para os lados serve para controlar a camera, para baixo fica em primeira pessoa para poder expecionar o local entre outros comandos o que se deve destacar é o ataque aos inimigos e o pulo, vc trava a mira em um inimigo e aperta o PULO, que é feito com uma sacudida no Wii-mote, e isso flui muito bem, e combina com o som empolgante do jogo!

E falando no Som, voltamos naquele lance da interatividade, um repertorio de estilos bastante empolgante, cada fase tem uma música.
Quando se começa uma fase, não se nota muito a trilha sonora, ao começar a colorir a cidade a musica vai fluindo de acordo com os “toques” nos predios cinzentos, e dependendo da cor que estiver colorindo um instrumento específico começa a “solar” na trilha sonora.
E conforme vai cumprindo os objetivos a musica começa a ficar mais empolgante, passando de pequenas batidinhas para um tremendo carnaval.

O visual de De Blob também é de alto nível, a sensação de vandalismo positivo é bastante agradável, no começo das fases as pinturas são cores chapadas, mas conforme vai terminando as missões as cores vai ganhando texturas.
As fases são gigantescas, com muitas missões a se cumprir, tantas que um sistema para salvar o progresso no meio da fase faz muita falta, se quiser terminar as fases e cumprir 100%, prepare um copão de Refri e um pacote de biscoitos.

Também tem muitos Puzzles usando as cores, existem cores primárias e as vezes o jogador precisa combinar essas cores para formar outra (amarelo com azul se transforma em verde), e os inimigos bem variados, cada fase surge um novo tipo de inimigo.

E as animações entre as fases tem um humor parecido com as cenas do roedor que corre atrás da Noz na “A Era do Gelo”.

O Jogo equilibra bastante Jogabilidade, Som e Visual, de forma maestral! Com uma Qualidade Técnica bastante acima da média, com uma Art Style única.

De Blob dah um trabalho para ser finalizado, por conta das fases bastante grandes e da falta de um metodo para salvar o progresso nelas, além de muitas missões, para cada fase completada existe mais 2 eventos extras.

Minigames para multiplayer e outros extras garantem a longevidade do jogo.

A Favor

• Interação com a trilha sonora, que rivaliza até com jogos ritmicos.
• Jogabilidade bacana que harmoniza com o estilo “dançante” do jogo.
• Art Style bacana e visual interativo.
• Filminhos com bastante humor.
• Um enredo simples com um tom político pode soar como piada para alguns.
• Puzzles diferentes do que costumamos ver no estilo
• Muito o que fazer dentro das fases, 2 eventos extras para cada fase, minigames para multiplayer entre outros garantem a longevidade do jogo.

Contra

• A falta de um sistema para salvar o progresso durante as fases pode ser desmotivador para os que tem menos tempo para se dedicar.

Recomendação: 92%


Técnica de Análise

julho 31, 2009

Bem, essa coisinha é só pra explicar minha técnica de análise de games. Logo abaixo.

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De leigo para leigo – Análise de Neverwinter Nights 2

julho 29, 2009
Caixinha de Neverwinter Nights 2

Caixinha de Neverwinter Nights 2

Tenho certeza que 5 em cada 10 gamers, se escutarem ou lerem a abreviação RPG, a primeira coisa que virá às suas cabeças será uma bandeira branca com uma bola vermelha bem no meio dela. Três desses gamers vão imaginar uma Rocket-propelled Granade, e apenas um vai se lembrar de algo parecido com The Elder Scrolls ou Diablo, apesar da “famosidade” principalmente desse segundo grande game.  No entanto, muito poucos vão se lembrar de Neverwinter Nights, que é um dos melhores games de rpg já feitos.

Isso é resultado do quase monopólio que se criou sobre os RPG’s, gênero dominado quase que totalmente pelos japas, que sempre fizeram trabalhos excelentes. Não dá pra negar que Final Fantasy é fantástico, Dragon Quest é monstruoso e Star Ocean é um mar de brilho não só dentro do gênero dos RPG’s, mas também dentre todos os games, já que são tidos como exemplos de como “fazer” jogos de modo a desenvolver todas as potencialidades que um game pode ter.

Apesar disso, os desenvolvedores norte-americanos e europeus, vendo esses japoneses rachando de ganhar dinheiro, também começaram a investir neste ramo gamístico e, depois de The Elder Scroll e Diablo – que não alcançavam de modo algum a qualidade atingida por esses clássicos japoneses, como DQVII, Xenogears e FFVII - finalmente conseguiram fazer RPG’s bons-pra-caramba, como Diablo II, Morrowind e Neverwinter Nights, este com certeza o mais completo e complexo de todos eles. Pois Neverwinter Nights 2 é sucessor do primeiro game, e continua sendo um RPG com batalhas em tempo real baseado em D&D, agora produzido pela Obsidian, e editado pela Atari, bem como mantendo a mesma qualidade de seu predecessor.

NwN2 é baseado em D&D não só em seu enredo, design de personagens e paisagens, enfim, o que caracteriza de fato o jogo é a mecânica de batalha que utiliza-se do mesmo sistema de agilidade, defesa, ataque, força de vontade, resistência, etc., utilizado nos joguinhos da Wizards of the Coast. Assim, quando se joga Neverwinter 2, na verdade se está jogando D&D com o seu PC jogando dados para você, em que seu personagem terá uma “sorte” pré-determinada que influenciará no resultado final. A versão utilizada no game é a de D&D 3.5, com aquele dadinho de 20 lados usado para ataques, utilização de perícias e coisas do tipo. Enfim, vai ser o pc que vai jogar os dados virtualmente mesmo.

Alguns exemplos de guerreiros em NwN2.

Na ordem: Conan, Prof. Charles Xavier, Frodo e Diana da Caverna do Dragão.

É o jogador quem deve construir seu personagem do modo como bem entender, mais ou menos como vemos em Oblivion e Fallout 3, figurinhas conhecidíssimas pela galerinha, mas aqui, a coisa é mais detalhada e poderá ser exercida de modo mais profundo e dedicado. Existem SETE raças que se desdobram em várias sub-raças: Humanos; Planetouched, mestiços de homens e anjos ou demônios (Aasimar, que tem sangue de anjo, e Tiefling, com sangue de demônios); Elfos (Elfo da Lua, Elfo Negro, Elfo do Sol e Elfo da Floresta); Anões (Anão do Escudo, Anão Dourado e Anão Cinzento); Gnomos (Gnomo das Rochas e Gnomo das Profundezas); Halflings (Halfling Pés Ligeiros e Halfling Austéro); Meio-Efos; e Meio-Orcs. cada uma dessas raças e sub-raças possuem características únicas e, apesar da liberdade de escolha na montagem do personagem, é muito mais fácil e eficiente conseguir tornar um Wood-Elf um Arcane Archer, que um Moon-Elf, carinha que seria bem melhor como um Arcane Trickster.

Um duelista!

Um duelista!

As classes de personagens também são numerosas, e o mais interessante é a possibilidade de evoluí-las para as chamadas Classes de Prestígio. Assim, temos doze classes iniciais para escolher: Bárbaro, Bardo, Clérigo, Druida, Guerreiro, Monge, Paladino, Ranger, Ladino, Feiticeiro, Bruxo e Mago. Essas classes, por sua vez, podem, se o jogador quiser, evoluir para as seguintes Classes de Prestígio: Arqueiro Arcano, Trapaceiro Arcano, Assassino, Algoz, Campeão Divino, Duelista, Anão Defensor, Cavaleiro Arcano, Bárbaro Frenético, Agente Harpista, Discípulo do Dragão Vermelho, Mestre Pálido, Ladrão Sombrio de Amn, Dançarino das Sombras, Devoto da Guerra e Mestre das Armas. UFAAA. Essas dezesseis Classes de Prestígio são as que possuem os melhores poderes, e são resultado do caráter do personagem, de sua raça e de suas perícias e talentos. É muita coisa.
King of Shadows e o feiticeiro.

King of Shadows e o feiticeiro.

Bem, então é só você escolher a raça que lhe agrada, a classe com a qual tem mais afinidade e depois evoluir seu personagem até que ele vire um guerreiro lendário, pois é o que está planejado no enredo. A historinha de NwN2 não tem nada demais, é a típica aventura de um órfão criado por elfos que acaba tendo sua vila, localizada em Sword Coast – Faerûn, atacada por uma força desconhecida e sombria. A bola da vez é o King of Shadows, que quer tornar o mundo uma grande e escura noite. Em linhas bem gerais (porque não tem base ficar contando detalhe de enredo, ainda mais de um RPG), o jogador começa o game sem a mínima noção da periculosidade dos acontecimentos, lá pelo meio do game descobre que está diante praticamente do apocalipse, caso não derrote o bruxo maldito que quer ressuscitar o bicho, e lá pelos finalmentes, tem a opção de ajudar o bem ou o mal. Dentro dessa Quest principal existe a opção de fazer várias outras missões paralelas, só pra dar uma descontraída, mais ou menos como ocorre com Oblivion e Fallout 3.

O mais legal e interessante, além do desenvolvimento ultra detalhado do personagem, é que o jogador ganha prestígio e fama durante o jogo, ganhando até um título de nobreza que lhe dará a oportunidade de comandar um castelo todo. Com isso, o personagem poderá recrutar outros NPC’s e montar um exército particular (mais ou menos como em Dragonshard, não como em Total War hehe) para fazer quase tudo o que quiser: ser um cara neutro, ou bondoso como um anjo, e até um demônio encarnado, uma ameaça maior que o próprio King of Shadows.

O mundo de Neverwinter Nights.

O mundo de Neverwinter Nights.

Os controles são exercidos primordialmente pelo mouse, com três tipos de câmeras (exploração, que é panorâmica; estratégica, ideal para controlar vários personagens em alguma batalha, mas só passa a ser mais utilizada quando se consegue o castelo; e individual, em que o jogador controla o personagem como em um misto de FFXII e TPS’s, podendo olhar pra todo o canto e andar usando W-A-S-D) e para quem está acostumado com PC’s, não há grandes problemas ou desconfortos. Os gráficos dependem muito da “força” do PC, mas, o jogo é bem pesadinho e só com um PC top é possível jogá-lo com gráficos excelentes,  mas, como a arte de Neverwinter Nights 2 é toda baseada em D&D, mesmo jogando ”no médio”, o game é bonito, então não tenho como falar mal, a não ser por algumas animações meio estranhas. A trilha sonora é excelente, com músicas à Senhor dos Anéis e uma dublagem competente, sem esquisitices ou coisas do gênero. Só posso dizer que, definitivamente, é um jogo que vale muito a pena em razão de sua riqueza de detalhes e fidelidade ao sistema e estilo D&D, além, é claro, dos gráficos bons, enredo cativante, ainda que simples, e sonoridade apurada. É um símbolo para o gênero. Obrigado por lerem e desculpem algum erro de português!
 
 
Nota:
 
Gráficos: 9,0
 
Som: 10,0
 
Jogabilidade: 8,5
 
Enredo: 8,5
 
Média: 9,0
 
Observação 1: Esta modesta análise (se é que assim pode ser chamada) trata somente a respeito da quest original do game. As expansões Mask of the Betrayer, Storm of Zehir e Mysteries of Westgate eu não tenho hehe. O máximo que eu faço é atualizar o game. Aliás, em razão de uma atualização, pouco tempo depois de escrever isso aqui, vi que surgiu mais uma classe de prestígio chamada Neverwinter Nine, dando ao todo, então, 17 Classes de Prestígio. Não sei quando ela foi inserida pois já fazia alguns meses que não atualizava. Enfim, é isso. Qualquer coisa eu volto fazendo um aditamento hehehe…
 
Observação 2: Minha próxima análise vai demorar um pouco (não vai ser quarta que vem, nem na outra, e acho que nem daqui um mês, pois será sobre The Witcher, um jogo polonês, e eu ainda estou no começo do game, e não tenho muito tempo de jogar hehe. Mas, o jogo é tão bom que me fez comprar os dois livros sobre a história do protagonista, Geralt Rivia. Só sei dizer que o game é muito foda mesmo, pelo menos até agora. Mas sei que dificilmente vou me decepcionar. Então quando eu terminar, eu escrevo a análise sobre o game.

Alex Out

julho 27, 2009

E era isso…


Análise Punch – Out!!!

julho 26, 2009

punchoutJá faz um tempo que Puch Out não dava as caras em um novo game, para ser mais claro, desde a  época dos 16 Bits. Quando vi a iniciativa da Nintendo em fazer um novo game da franquia não me senti tão na expectativa, fato este talvez entendido devido ao fato de eu não ter jogado o game  na época do Snes. Eu imaginei  o jogo de uma forma, a Nintendo usou a mesma forma, tematica e mecânica de antes, bom ou ruim?

Na verdade para quem não jogou  os games antigos, tudo aqui seria novo, ou parecer novo. O fato é que a escolha me pareceu acertada, pois apesar da mecânica idêntica (joguei o jogo esses dias, e é realmente a mesma coisa),   o Gameplay consegue ser agradável e muito proveitoso. Só não gostei mesmo é que as manhas para alguns personagens é a mesma ( se não todos), pois não finalizei o game antigo, isso me pareceu um pouco desleixado, mas a medida que o jogo avança, as técnicas também se elevam, deixando o jogo com um ar de coisa nova. Os controles são precisos, também pudera, se não fossem… 84

Punch Out conta a história de Litle Mac e seu percurso para se tornar o campeão da W.V.B.A, seus oponentes são personagens em sua maioria vistos antes, por sinal a galeria de personagens de Punch Out é muito boa, são carismáticos e divertidos, King Ippo e Disco Kid que o digam.  Algumas animações a mais  seriam importantes para uma melhor apresentação do game, não que ela seja ruim, longe disso,ela é ótima, mas a falta disso é clara, outro ponto importante é que os gráficos apesar de bonitos, estão aquém do ideal, uma melhor variação de cenários, cenas  e animações  fariam com que este aspecto fosse impecável.

Esse gordão ai só tem pose...

Esse gordão ai só tem pose...

Voltando a falar um pouco sobre os controles, há uma variação opcional de formas de gameplay, tanto o controle de Game Cube quanto os sensores do Wii são opções, mas são meio inuteis, porque na verdade o controle  do Game Cube funciona da mesma forma que o Wiimote “deitado”, e os sensores são muito ruins de se jogar, fazendo com que perca e muito na jogabilidade, o bom é que se você tem apenas um Wiimote e um Controle de Game Cube, ajuda no multiplayer. De forma total, os controles são muito bons mesmo, viciantes, deixando a desejar mesmo só em sua formula,  que convenhamos para hoje é ultrapassada, ainda mais em um video Game que prega a “revolução”.

Uma parte importante do game é sua parte sonora, muito boa, com muitas variações de musicas, como também uma dublagem quase impecável, uma ou outra musica causa um certo ar de repetividade, o que não é bom, pois Punch Out é um jogo em que se retorna muitas vezes e  acaba – se obrigado o ouvir algumas musicas repetidamente.

Mas o que mais faz de Punch Out indispensável é que o game te prende de ma forma única, você irá se ver muitas horas tentando descobrir os segredos de seus inimigos, e mesmo  perdendo votará a tentar, é uma formula simples de jogo, porém eficaz, uma pena que o multiplayer apesar de agradar de inicio não te prende como deveria, problema esse gerado pela falta de idéias e opções de jogo.  O modo Carreira, é longo e dificil, depois que Litle Mac conquista o cinturão, os adversários passam a desafia – lo, e é ai que o jogo realmente começa, chega momentos em que te dá vontade de jogar os controles longe, mas também quando vence é recompensador,   Punch Out consegue mesmo ser um game  simples, bem feito e muito, mas muito viciante. Mas infelizmente depois que se termina o jogo, sobram poucas opções em Multiplayer, no single ainda restam os desafios, como derrubar seus oponentes em um round (algo dificílimo),  o que faz de Punch  Out um jogo realmente compensador pelo single mesmo.

A mecânica veio desde o Snes, mas sem pre foi viciante!

A mecânica veio desde o Snes, mas sem pre foi viciante!

Punch Out se utiliza sim de uma mecanica antiga, de idéias simples, mas é um game que deve ser visto diferente, pois seu foco tembém o é. È dificil por exemplo compararmos este com Fight Night, apesar de ambos terem o mesmo pano de fundo, o Boxe! Punch Out consegue, e muito bem fazer o que promete, diversão sem compromisso, mas nem tanto, pois com certeza necessita de tempo e dedicação para se terminar o game.

Este é um daqueles games que merecem estar em sua coleção, pontos únicos neste novo jogo fazem de Punch Out um dos  mais divertidos do ano!

Pontos fortes: Gráficos bonitos,  Modo Single bem completo, um tipo de jogo único nos dias de hoje, diversão.

Pontos Fracos: Falta de mais animações, gameplay pouco inovador, repetição de idéias do game anterior.

Notas:

Gráficos: 8,3

Jogabilidade: 8,0

Som: 8,6

Apresentação: 8,5

Replay: 9,3

Nota Final: 8,5


Guia de Compras – Parte 1

julho 25, 2009

Opa! Tranquilidade? Pois eu acho que não, o tempo anda curto e é bom saber administra-lo!

Talvez seja esse o seu caso tbm, ou talvez vc não tenha muita coisa pra fazer e gasta o seu tempo lendo esse blog e jogando videogame.

Então pensando nisso eu gastei um pouco do meu escasso tempo pra fazer um guia de jogos que estão vindo ae em breve e jogos que sairam a pouco que vale uma conferida, pra você que tem algum tempo pra se dedicar aos videogames conferir.

Little King’s Storyh-104_77203_070831ousama05.jpg

Um time de estrelas no desenvolvimento, ótimas críticas da imprensa já são motivos para olhar com atenção para esse jogo que mistura harvest moon com pikimin, onde um garotinho encontra uma coroa e depois disso passa a ser adorado por todos que obedecem ao rei assim como os pikimins obedecem olimar. A versão americana já está disponível.

SpyBorgs

Pra quem curte beat’n'ups, uma boa opção deste jogo da Capcom, com enfoque no modo cooperativo, um estilo que lembra bastante os antigos beat’n'up. O jogo está previsto para 29 de Setembro.

Monster Hunter 3 Tri

a-monsterUma das grandes marcas da Capcom chega ao Wii no Japão dia 1 de Agosto, e a versão Ocidental em 2010. No jogo você poderá juntar os amigos num modo online para poder ir a caça aos monstros, em belas paisagens e novidades de ambientes na série.

Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers

1_2A já conhecida franquia Crystal Chronicles surge no Wii com características diferentes dos jogos anteriores, agora o jogo é um singleplayer mais focado na ação que em elementos de RPG. E o grande jogo foi antecipado para 2009, a data de lançamento não foi definida ainda

Wii Sports Resort

wiisports21Wii Motion Plus tá na área, e a melhor forma de se fazer um test-drive é o Wii-Sports Resort, que vai brotar nas lojinhas dia 26 (amanhã) de julho. Lembrando que o Motion Plus vem com o jogo.

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Phantom Bave: We Meet Again

Dos mesmos produtores de Disgaea, Phantom Brave é um remake de Playstation 2 com vários adcionais (enredo, cenários, personagens…) e melhor qualidade técnica. Previsto para 4 de Agosto.

Spectrobes: Origins

_42682247_spectrobes416Uma espécie de Pokemon da Disney Interactive Studios,  Spectrobes é um jogo de ação onde o protagonista revive monstros fossilizados e os treina para combate. Esse é o terceiro jogo da série que teve suas versões anteriores para o DS. O jogo que conta a origem da série será lançado em 18 de Agosto.

New Super Mario Bros Wii

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Mario muitas vezes já significou “diversão multiplayer” em seus spin-offs como Mario Kart, Mario Tennis e Mario Party, mas é a primeira vez que ele faz isso no seu estilo de origem (platformer). Seguindo a proposta de Zelda Four Swords, onde cooperação e trapaça andam juntas. O jogo será lançado ainda este ano.

Cursed Mountain

O cão chupando Manga

O cão chupando Manga

Um alpinista escala o Himalaia em busca do irmão desaparecido, ao chegar, descobre que uma antiga maldição mantém aprisionadas na montanha as almas de todos que morreram la. 25 de Agosto é o lançamento.

Phantom Brave: We Meet Again


Primeiras Impressões…

julho 24, 2009

Hoje finalmente joguei um jogo que me interessava e muito, Boom Blox Bash Party, e adorei, assim como o primeiro. Para começar os gráficos deram uma melhorada significativa, a quantidade de mini – games a principio já é espantosa, assim como a diversificação dos mesmos, os controles estão melhores ainda, as pitadas de humor também estão lá, só posso dizer que tem tudo para ser um dos mais jogados esse mês aqui em casa (lembrando que o primeiro até hoje jogo), com certeza merece uma conferida por qualquer um que se interesse por um game criativo e de qualidade.

Esses Bloquinhos divertem... mas as vezes irritam...

Esses Bloquinhos divertem... mas as vezes irritam...

Outro que joguei foi The Conduit, não é um dos meus gêneros favoritos, gostei do que vi, não que a high Voltage tenha realmente cumprido o que prometeu: Gráficos nunca vistos no Wii. Na verdade, o que mais me chamou atenção positivamente foi os cuidados com o controle, adorei configurar da forma como achei melhor, os gráficos não estão ruins, mas faltou um pouco de polimento, e também mais variações em certas fases, o melhor seria a produtora não ter falado demais, os efeitos também deixam a desejar, como parâmetro o Call Of Duty: World At War  mostrou que dá pra fazer mais. Vou continuar jogando, ao que vejo, será um jogo bom, esperando que  a HV dê uma melhorada em algumas areas e faça uma continuação. Uma pena mesmo foi a propaganda que fizeram em cima de um produto que não é tudo que falavam.

Ainda não vi essa parte, mas aqui parece que ficou ótimo!

Ainda não vi essa parte, mas aqui parece que ficou ótimo!

Para finalizar  sobre o The Conduit,  acho que não se pode ainda criticar a HV, porque para um inicio de trabalho eles estão no caminho certo. Esperemos por outros trabalhos para uma melhor visualização dessa empresa que, se não tem ainda nome, ousadia não falta.

Agora vou ir jogar mais um pouco, além desses dois estou finalizando jogos em emuladores, muita coisa boa que deixei para traz, também vou terminar esses jogos e possivelmente faço umas reviews sobre eles. 6497


Análise: Battlefield – Bad Company

julho 23, 2009
Box de Battlefield - Bad Company

Box de Battlefield - Bad Company

Quando olhamos para as caixinhas com imagens de militares em posição de ataque, ou defesa, ou armas de fogo, ou qualquer outra coisa que atire projéteis que não são flechas, temos a certeza que se trata de mais um joguinho de guerra. Assim, logo já imaginamos que entraremos na pele de um soldado ou oficial honrado, mais rápido que os outros, mais inteligente que os outros (e até mais sortudo que os outros, né Cortana), cheio de abilidades e até poderes especiais, membro de uma Força de Operações Especiais incumbida de salvar o mundo dos terroristas, ou dos nazistas, ou dos japoneses, ou de seres extraterrestres, e até de seres extraterrestres que se fundem com humanos formando uma nova raça ameaçadora.

Certo. Apesar do smile no pino da granada, e do nome estranho para um jogo de guerra, quem olha para a caixinha de Bad Company e vê aqueles quatro seres ao fundo, com pose de missão cumprida, até pode ser levado a achar que se trata de um jogo militar convencional, que conta a história de um soldado como o supra-citado (supra-citado? O que tem a ver isso com o Supra?) que quer salvar sem nem mesmo se importar com a própria vida. Logo já digo: quem teve essa impressão, errou hehe. É o que veremos nessa singela análise sobre Bad Company, um FPS de guerra feito pela Digital Illusions e editado pela Eletronic Arts.

Battlefield – Bad Company não destoa muito, em seu modo de jogar, de outros FPS’s e é muito semelhante a games como Call of Duty – Modern Warfare e Halo 3. A diferença é que o personagem não tem tanta mobilidade como em CoD4 e, muito menos, Halo 3 (mesmo porque o Master Chief é um super soldado mesmo). Assim, Marlow, seu personagem, não corre muito, não pula alto e não tem nenhum tipo de habilidade especial além da facilidade em manejar vários tipos de armas, desde fuzis até rifles de mira telescópica, com um modo de andar e correr mais ou menos parecido com o de Killzone 2, lançado posteriormente.

Um ponto em que se deve chamar a atenção é justamente as armas. Como na maioria dos games dessa temática realista, as armas são realistas. No entanto, o modo em que elas são disponibilizadas é muito equilibrado, assim, elas vêm sempre em uma espécie de “kit”, como um “kit” sniper, um “kit” rifleman, um “kit” tanque-com-pernas, que, coincedentemente, é uma classe de personagem.

Enfim, cada um desses “kits” vêm com duas armas, uma primária e outra secundária: um fuzil com um lança-granadas, ou um fuzil com granadas de mão, ou um rifle com mira telescópica e uma pistola. Cada “kit” exigirá uma estratégia de jogo diferente, e acaba impedindo que o jogador vire um Snake, que guarda suas dezenas de armas não se sabe onde… Mas, não. Em Bad Company Marlow tem seu fuzil, suas granadas e uma faca, dentro das variações de “kits”.

A saúde do personagem é medida do modo clássico: de Zero a 100. Como no bom e velho Doom, em que não existia nada dessa parada de regeneração. Óbvio que sem o “poder de regeneração” de Call of Duty, Killzone , Resistance e Halo, Bad Company teria tudo para ser um inferninho para os jogadores em razão da dificuldade exagerada em certos pontos. Ficar dependendo de maletinhas de pronto-socorros perdidas no meio de uma guerra não é nada cômodo. Então, surge a salvação: uma seringuinha mágica que recupera toda saúde do jogador. E não é só isso, pois além desse remedinho, o jogador ainda pode carregar, no mesmo bolso, um outro instrumento útil, como C4, ou um “consertador” de carros ou tanques, rpg, laser de artilharia, e outras coisinhas básicas.

O multiplayer. Como não podendo ser diferente, é muito bom. Essa característica de Bad Company não nega a origem da série, que, como sabemos, nasceu como resposta a CS, implementando novas características tal o uso de veículos, iniciado por Halo CE. Em Bad Company, no entanto, encontramos um sistema de “jobs” muito desenvolvido. Quando eu descrevia os “kits” de armas, estava descrevendo justamente essas classes, com a diferença de que no multiplayer, não há como pegar conjuntinhos de armas. Quando se escolhe uma delas - assalto, demolição, reconhecimento, engenheiro e paramédico – é até a morte.

Veículos de Bad Company.

Escolhendo então seu kit predileto, você sai tocando o terror… Ou, é massacrado, o que geralmente acontece com todos, visto que as partidas são sempre uma… GUERRA, o caos instaurado, e isso é muito divertido. O jogador pode escolher um personagem mais adequado ao seu modo de jogar, ou pegar qualquer um, entrar em um tanque, helicoptero ou barco e sair atirando em todo mundo, até que alguém acerte um míssil em seus fundilhos. O principal modo, Gold Rush, na verdade, deve ser jogado de modo mais organizado, mas geralmente a galera só quer ver o circo pegar fogo e os ataques aos bauzinhos de ouro não são tão coordenados. Mas, existem os atacantes e os defensores, estes defendem as caixas, aqueles as destróem com o objetivo de ganhar território.

OFF – Expeirência própria no multiplayer: Quando estava jogando o mp de BFBC tive uma surpresa muito agradável em razão da possibilidade de as classes de personagens realmente agirem dentro de suas funções, não sendo algo apenas “formal”, como acontece em vários FPS’s em que essa divisão de função só se nota nas roupinhas dos persoagens. Eu sou muito medroso para jogar fps e odeio morrer, prefiro não matar ninguém mas sobreviver do que sair matando milhão e acabar virando uma peneira. Então depois de ter testado todas as classes só de zueira (apesar disso, deu pra sentir bem as características de cada uma, já que são marcantes), peguei firme em um sniper. Esse personagem é muito camuflado, e o cenário é repleto de arbustos e matinhos, o que me deu oportunidade de ficar escondido, invisível, só mirando e atirando no momento oportuno. Em uma partida que durou 10 minutos, eu matei apenas TRÊS inimigos, mas não morri nenhuma vez. Isso é até que rarinho nos mp dos fps’s atuais, mesmo em Killzone 2, que tem um dos melhores sistemas de classes, mas, provável que Bad Company, pela estrutura dos cenários e mesmo os kits, supera o multplayer de Killzone 2 em relação ao equilíbrio. Fim do OFF.

Armas e ouro... Precisa mais alguma coisa? É... Mulheres...

Este modo, Gold Rush, está intimamente ligado ao enredo, que é o diferencial do jogo. Pela primeira vez Battlefield ganha uma história, e não é das piores, aliás, é muito boa. Tudo gira em torno da saga do Batalhão 222 – B-Company, o lixão do exército, onde quem deveria estar preso, na verdade está em campo o.O – em uma caça ao tesouro. Os personagens, desde Marlow, até o Sargento Redford, são muito marcantes e únicos. Os dois malucos da tropa são Sweetwater, um nerdão inteligente pra caramba, mas meio inconsequente, e Haggard um cara que é nada mais que um piromaníaco que adora ver coisas explodindo, não importa quais. Esses quatro patetas, no meio de uma operação de guerra contra a Russia, descobrem que alguns mercenários estão sendo pagos em ouro, e, acabam descobrindo o carregamento hehe. Saem em uma busca desenfreiada para pegar esse ouro em uma história hilária, nos mesmo moldes do filme Três Reis, estrelado por George Clooney.

Marlow, Haggard, Sweetwater e Sarge, a B-Company.

Os gráficos de PS3 rodam a 720p e são bem realistas – provável que utilizaram alguns dos efeitos usados em Mass Effect, pois muitas vezes, os games acabam produzindo imagens parecidas. Eu não sou perito em gráficos, mas o game tem imagens bem realistas e bem feitas. O efeito de água não é visualmente tão bom quanto o de Bioshock, nem a iluminação realista como a de Killzone 2. O destaque fica por conta da destrutibilidade do cenário, mas nada perfeito como os trailers do jogo deixavam a entender, mas toda essa destruição talvez nem possa ser classificada na parte gráfica. Apesar de tudo, o cenário é infinitamente mais destrutível que todos os FPS’s citados até agora nessa análise.

Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada.

Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada.

Já o som é um show à parte, e contribui para uma imersão fora de série, tanto em razão da trilha sonora hollywoodiana, até a dublagem excelente e os sons de explosões, tiros e barulhos típicos de guerra que também dão um ar cinematográfico ímpar ao game.

Mas, chamo a atenção para o enredo não convencional. Este game, em uma comparação, poderia ser considerado como um “Nascido para matar” dos jogos dos FPS’s, visto que toma uma abordagem totalmente diferente da que estamos acostumados nesse estilo de jogo. No periodo de “Guerra Contra o Terror”, só o que pudemos jogar, não sem razão, foram games de guerra com temática grave e séria, em que os valores democráticos e a honra eram defendidos a todo custo, é o que vimos em games como CoD4, por exemplo. Mas o que Bad Company apresenta vai a contrario senso disso tudo, faz nada mais que descer a lenha nas forças armadas e nas guerras, que, no fim das contas, são mesmo coisas que existem por pura necessidade que os próprios homens criam. E, faz isso de modo tragicômico, o que é muito engraçado e ácido. Imperdível.

Jogabilidade: 9,0

Gráficos: 8,5

Som: 10,0

Enredo: 10,0

Média: 9,0

Obrigado por lerem. Desculpem algum (s) erro (s) de português hehehe


Final Fantasy Crystal Chronicles: The Crystal Bearers

julho 22, 2009
Voce pensa que sabe o que é Final Fantasy Crystal Chronicles?

Voce pensa que sabe o que é Final Fantasy Crystal Chronicles?

A série que começou no GAME CUBE trazia um Action-RPG Multiplayer, onde precisavam de mais 3 GBA para poder usufruir deste ótimo modo, mas é difícil encontrar 3 amigos com GBA e disposto a jogar um jogo tão longo quanto FF:CC.

O Jogo ganhou sequencias para o DS (e até um port para o WII), e agora vem numa versão SINGLE e muito mais action que rpg.

A previsão é para 2010!

A cronologia oficial da série Final Fantasy Crystal Chronicles é a seguinte: Ring of Fates, Crystal Chronicles, My Life as a King, Crystal Bearers. Não se sabe em que partes da timeline se encaixam os jogos My Life as a Darklord e Echoes of Time.

A revista Weekly Jump descreve o jogo como sendo dos gêneros ação e aventura, o que mostra que o jogo deve se distanciar um pouco do gênero RPG. The Crystal Bearers será mais focado na parte para um jogador, ao invés do multiplayer que sempre recebeu mais atenção nos jogos anteriores da série.

Toshiyuki Itahana, diretor do jogo, revelou que ele queria que o protagonista, chamado Layle, fosse mais austero, diferente do padrão dos protagonistas dos jogos da Square-Enix que fazem o estilo “garoto bonito”. Além disso, Layle deve ser visto como um personagem que já era herói antes do jogo começar, enquanto que normalmente nos jogos da empresa o protagonista começa como um ninguém e se torna herói ao longo da aventura.

Os Crystal Bearers são pessoas que nascem com pedaços de cristais em seus corpos. Os cristais podem ser visíveis ou não e brilham quando seu usuário usa seus poderes. Ainda não está claro se há mais de um Crystal Bearer que representa cada raça.

O mundo de The Crystal Bearers é o mesmo dos jogos anteriores, mas muitos anos no futuro e mostrando um tom mais maduro. Os Yukes são considerados extintos há milhares de anos após sua guerra contra os Lilties. Os cristais deixaram de ser utilizados para proteger cidades e trazer felicidade, sendo usados atualmente em tecnologia bélica pelos Lilties.

Seres comuns da série aparecerão, como Moogles, Chocobos, e monstros como Bombs, e um dragão, que poderia ser Bahamut. Também haverá criaturas parecidas com Red XIII de Final Fantasy VII.

A mecânica do gameplay do jogo se baseia em gravidade e poderes de telecinese. Será possível puxar um inimigo para si, lançá-lo em direção a outros inimigos, se lançar em direção a eles, utilizar objetos para bloquear ataques, e mais. Será possível utilizar esses poderes em outros objetos e pessoas, até mesmo dentro de cidades, o que influenciará a maneira como outros agem com o personagem.

Todos os monstros possuem “demon reactions”, que são comportamentos em relação ao jogador e a outros monstros. Será possível deixar monstros em paz e observá-los enquanto eles realizam os diversos comportamentos programados.

Sequências de ação no ar, que foram vistas em trailers, serão jogáveis através de QTE (quick time events), onde é necessário apertar certos botões na hora certa.

A idéia é criar um jogo aberto que não seja divertido apenas jogar, mas também assistir. Apesar de não oferecer um sistema de níveis, será possível aumentar os poderes do personagem com itens e acessórios.

O início do enredo mostra Layle em um serviço de escolta, quando é atacado por Amidatelion, uma mulher da raça Yuke que acreditava-se estar extinta há milhares de anos. Althea, rainha dos Lilties, e Jegran, líder do exército Liltie, estão envolvidos no incidente.

O jogo atualmente está bem diferente do que foi mostrado no trailer da E3 de 2006. Naquela época o jogo ainda estava em pré-produção e não estava decidido nem qual a direção que o jogo iria tomar. Note a grande diferença no estilo gráfico do protagonista e do logotipo.

Será possível que um segundo jogador auxilie durante a aventura mais ou menos como foi feito em Super Mario Galaxy.

Outras curiosidades sobre o jogo:

  • Segundo a Square, Ring of Fates preparou o palco para The Crystal Bearers, mas não foi especificado de que maneira o primeiro jogo influenciará o segundo;
  • O mundo atual é governado pelos Lilties;
  • Jegran e Amidatelion possuem uma asa parecida com a de morcego, mas os 2 são de raças diferentes. Então qual seria a ligação entre eles?
  • A série Crystal Chronicles sempre foi tratada como infantil pelo estilo gráfico, apesar dos enredos envolverem depressão, destruição e perda de pessoas queridas. Por causa disso, a Square optou por um estilo gráfico mais maduro para The Crystal Bearers;
  • O jogo foi descrito como “um novo começo” para a série.

Clique aqui para conferir outras informações e mais imagens.


Gamemusic: The Black Mages!!!

julho 22, 2009

Sempre gostei de ouvir Gamesongs, desde a época de Ocarina Of Time e Final Fantasy Vll, revirava a internet para achar as musicas, foi quando encontrei a banda  the Black Mages, simplesmente adorei, porque ela misturava a trilha sonora dos jogos da série FF com Rock muito bem trabalhado, um som gostoso de se ouvir, e ainda por cima, com musicas que você teve prazer em ouvir jogando!

Um Pouco da História dessa banda:

The Black Mages começou por volta do ano de 2002, quando Kenichiro Fukui e Tsuyoshi Sekito, dois músicos que há anos têm criado trilhas de videogame e que na época eram funcionários da Square Enix, decidiram rearranjar várias das músicas da série Final Fantasy dentro do estilo rock, o que acabou agradando a Nobuo Uematsu, pois o mesmo é fã do estilo. A satisfação com o resultado foi tanta, que Uematsu decidiu então formar uma banda com Fukui e Sekito, para gravar as suas músicas neste “formato”… surgia então o grupo The Black Mages. black2album

O Primeiro Albúm foi Intitulado The Black Mages, lançado em 19 de fevereiro de 2003  com 10 Temas de batalhas da série Final Fantasy. E foi um Estrondoso Sucesso. Fazendo com que Uematsu fizesse um concerto em tributo ao álbum, que também obteve um sucesso incrivel. Dai em diante membros da Square Enix se uniram ao projeto.

O segundo álbum, The Black Mages: Skies Abouve foi lançado em 22 de dezembro de 2004. Contendo não apenas  musicas de batalhas, mas também com participação de vocalistas. Em 2005 o grupo compôs canções para Final Fantasy Vll Advent Children, uma musica tema para o vilão Sephiroth. O terceiro e último álbum foi lançado ano passado, em março, The Black Mages: Darkness and Star Light. Que também trouxe diversos temas da série, entre elas a clássica cena de óphera em FF Vl, a musica de titulo.black3album

Pra quem é fã da série e ainda curte um bom som pesado, The Black Mages é prato cheio, tanto nas melodias que já nos jogos são excepcionais, como também na forma como  demonstram o nome de uma das maiores séries dos games, também  na musica, em grande estilo!


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