Review Wii Sports RESORT – Parte 3 (final)

setembro 28, 2009

Tiro com Arco

Outro jogo que me faz lembrar Zelda. E é um jogo muito curioso, quando você pensa em um jogo onde tem que mirar no WII, o mais sensato é pensar no pointer como alternativa, a maravilha que deu um UP no controle de muitos jogos (jogos de tiro, aponte e clique…). No Tiro com Arco não, o sensor é usado para mirar.
O jogador segura o Wii-Mote com a mão que estaria segurando o arco e a posição do seu braço e a inclinação define o trajeto da flecha, o nunchaco é usado para “puxar a corda” segurando o Z e fazendo um movimento para trás, se o jogador esperar um tempo a mira vai se definindo e poderá ter uma melhor pontaria, se demorar demais a mira perde o foco. Solte a mira largando o Z.

Então eu penso que o Arco não precisa ser exatamente em primeira pessoa como neste jogo, num Zelda poderia ser em terceira pessoa!

Jet Ski

Esse eu me decepcionei, pensei que iria ver um jogo estilo Wave Race, tem umas sacadas legais como girar o pulso para acelerar, assim como fazemos em uma Motos ou Jet Ski. A direção também é reconhecida perfeitamente.
O ruim é ficar girando o pulso direto para dar arrancadas e ao mesmo tempo ter que cuidar da direção do Jet Ski, fiquei com o ombro direito doendo (não sei se por causa do Jet Ski ou se por causa do Ciclismo).

Enfim, espero ver um Wave Race onde eu não preciso torturar o braço que mais uso, girar o pulso apenas uma vez para acelerar já está de bom tamanho!

Canoagem

Esse é um jogo fácil de se iniciar, segure o Wii-Mote como se estivesse segurando um remo e pronto, só fazer o que faria remando sem sentir o peso da água.

Esportes aéreos

Enfim a última modalidade que tem dois modos bem diferentes, Paraquedismo e Pilotagem de Avião, então vou falar deles separadamente

Paraquedismo

Teu boneco é o Wii-Mote, o obejetivo é reunir o maior número de paraquedistas para sair junto na foto, quanto mais rostos for capturado pela máquina maior será a pontuação. Depois o jogador tem que passar por dentro dos círculos humano formado por outros paraquedista e cair na formação final. Simples até, mas mostra todo o poder rotacional do Motion Plus.

Pilotagem de Avião

Da mesma forma que no paraquedismo o Wii-mote é o paraquedista e todo movimento no controle move o Mii, o mesmo vale para o Avião. Pode abusar dos Loops, o jogo te coloca para dar um rolé na ilha e conhecer vários pontos importantes.

E jogando esse jogo faz qualquer fã de Star Fox se arrepiar e sentir um frio na barriga quando pensa nas possibilidades do jogo. O Motion Plus nasceu para o Star Fox e vendo esse jogo passa a ser obrigação da Nintendo produzir um novo jogo do Raposa mais bacana dos Games. Sério, fiquei com lágrimas nos olhos.

Finalizando, Wii Sports Resort é um jogo completo. Para quem quer curtir um bom multiplayer, vai encontrar diversos jogos com bastante profundidade, um jogo faz a galera perder bastante tempo, Wii Sports Resort é aquele jogo que promete ficar muito tempo no seu console e difícilmente vai pegar poeira na sua estante. Para quem queria um jogo que mostrasse o poder de fogo do Motion Plus, ele é um jogo que não só faz isso, como deixa o pessoal ancioso por novas jogos e babando com as possibilidades.

É um jogo que vai render muito no seu console, mas é bom a Nintendo já começar a se mexer e não desapontar a galera que jogou Wii Sports Resort e que com certeza vai esperar muito no Motion Plus!


Review Wii Sports RESORT – Parte 1

setembro 25, 2009

Então finalmente resolvi escrever sobre a continuação do Wii Sports, o agora Resort!

O primeiro jogo serviu para demonstrar algumas possibilidades do Wii-mote, um jogo simples, fácil de qualquer pessoa jogar, pode parecer redundante se eu usar a palavra simples dinovo, mas não seria exagero.

Wii Sports Resort vem para demonstrar o novo periférico da Nintendo, o Motion Plus que acrescenta movimentos de rotação ao Wii-Mote. E a palavra simples usada no Wii Sports perde a força no Resort, não é tão fácil assim.

Irei analisar os jogos, falar sobre suas qualidades e defeitos e também dar uma viajada nas possibilidades para outros jogos!!

O Jogo conta com basicamente 12 Esportes, e cada um pode ter modos diferentes o que aumenta muito as modalidades do jogo e faz ser um jogo completo e não apenas uma demonstração como foi o Wii Sports. Tendo em vista isso eu irei analizar por partes.

Espada

É o primeiro no menu do jogo, e já chega mostrando o poder de fogo do Motion Plus, o primeiro dos três modos que é o único que vem aberto se trata de uma batalha versus um amigo real ou a maquina. Existe uma arena e um jogador tem que meter a porrada no outro até chegar ao extremo e derruba-lo para fora da arena.

E nesse jogo tu já fica bobo com a precisão do Motion Plus, eu levantava a espada, batia rápido, batia devagar, fazia circulos, passava por trás da cabeça e qualquer movimento que eu fizesse era traduzido para o jogo, perfeitamente fiel, absolutamente qualquer tipo de movimento. Logo eu imaginei jogos de luta estilo Soul Calibur, com um adcional do Nunchaco para mover o personagem, ficaria perfeito, esqueçam que um botão serve para um tipo de golpe e outro botão para outro tipo de golpe, vc quem decide se quer dar uma estocada, um golpe rápido e curto, um golpe mais lento e potente. Fica ao seu critério e você decide o que fazer. ESQUEÇA OS GOLPES PRÉ-DEFINIDOS vc é livre com o Motion Plus.

No jogo você usa o movimento do Wii-Mote para atacar e apertando o B você muda para o modo defensivo. golpear um inimigo faz ele regredir, se atacar o oponente enquanto ele defende o jogador fica atordoado e sucétivel a golpes.

O segundo modo um juíz joga vários objetos e o jogador tem que cortar de acordo com a indicação do desenho, cortes diagonais, cortes horizontais ou verticais, de cima pra baixo, de baixo pra cima, enfim, todas as direções possíveis. Soul Calibur Legends faria muito mais sentido agora!

O terceiro modo é o “horde”, vários inimigos vem em sua direção e você tem que espancar todos eles, nesse jogo eu não consegui deixar de pensar em ZELDA, já imagino Link na Hyrule Field e o jogador fazendo movimentos para frente para matar um inimigo e depois dando um corte para cima para matar o maldito pássaro que aparece de forma covarde!

Wakeboard

Foi o segundo que eu joguei, e um dos que eu mais gostei, é simples de começar e não tão simples de progredir. O Wii-Mote é segurado na horizontal como se estivesse segurando o bastão para ser rebocado pela lancha. Os movimentos que você fizer vão refletir na prancha, controle para direita e esquerda para movimentar o seu Mii e dê um solavanco para cima no momento de pular. Como num WakeBoard de verdade você deve se aproveitar das ondas que a lancha faz para realizar os saltos e quando for aterrisar o seu controle deve estar paralelo ao nível d’água, já que se a sua prancha afundar na água não vale ponto.

Não é fácil fazer altos pontos, o controle novamente responde perfeitamente e o jogo é um dos mais relax do pacote.

Tênis de mesa

Pra começo de conversa, Tênis de Mesa faz muito mais sentido que Tênis comum. Por qual motivo? Simples, para deixar mais acessível para os novatos os caras fizeram o boneco andar automáticamente no primeiro Wii Sports, e pra quem está acostumado a jogar jogos de Tênis sabe que andar pela quadra é muito importante para o jogo, já no Tênis de Mesa é tudo ali pertinho.

E a estratégia não fica por conta de se movimentar e sim pelo realismo que se tem nas raquetadas, a inclinação da sua raquete para direcionar a bolinha ou/e fazer efeitos, um toque mais sutil para fazer ela “morrer” na mesa do adversário ou um porradão para “cortar” a jogada. Nada de decorar qua botão faz efeito, nada de barra de força para medir a potência do seu saque, o que você está fazendo é o que vai ser reproduzido!!


Excite Truck – Retrocombo – Review

setembro 2, 2009

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Primeiramente, eu gostaria de dizer que esse é um jogo de lançamento do Wii, mas que poucos tiveram a oportunidade de jogar,  talvez por ter comprado o console tempos depous do lançamento e ter muitos jogos com mais nome pra se jogar ou por outro motivo qualquer. Esse Review é um apelo para que olhem para trás e jogue essa maravilha de jogo que talvez possa ter passado batido.

Antes do Review uma breve restrospectiva!

ExciteBike

ebEste é um jogo de que você pode encontrar no NES, se trata de um jogo de Motocross, onde o objetivo do jogo é fazer o percurso num tempo inferior ao estimado.
Para isso se deve fazer manobras para pular sobre os obstáculos, usar o nitro para ganhar velocidade e impulso, e tomar cuidade para o motor não ferver!

O jogo não era de chegar em primeiro lugar (apesar de que, se vc fizesse um tempo menor que o estimado era considerado como primeiro lugar) e vencer os oponentes, e sim de ter uma boa performance nas pistas e driblar o tempo!

Existiu uma sequencia para o Nintendo 64, onde esse sim era focado em vencer os oponentes.

Excite Truck

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Excite Truck é um jogo de corrida onde você é premiado pelos feitos durante as fases, não é um jogo que se define por colocação na hora da chegada, apesar disso ser extremamente importante se quiser ter uma boa pontuação!

Vou explicar melhor isso…

Cada fase exige um número mínimo de estrelas para ser “completada”, e essas estrelas são pontuações que você ganha durante a corrida de várias formas, que vai de 1 até 5 estrelas.

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Pontos por aéreos

Quanto mais tempo você permanecer no ar, mais pontos!

Pontos por manobras aéreas

Girar o carro no ar também rende pontos, quanto mais voltas der, mais pontos ganha!

Combos aéreos

São a sequencia de Nitro no ar!

Porrada no Adversário

No maior estilo Burnout, a pontuação varia de acordo com a violência da porrada no adversário

Anéis

Quando você habilita o evento (!) de anéis, surgem 5 anés no ar onde se deve passar com o caminhão no meio, cada anel corresponde a uma estrela.

Drift

A pontuação aqui depende do tempo da sequencia de Drift

Passar no meio das árvores

Se tem uma coisa que torra o saco nesse jogo é bater de frente numa árvore, é bom evitar, mas quanto mais tempo você conseguir ficar correndo no meio delas sem bater, mais pontos você ganha.
Existe um item POW que faz o caminhão ficar imune as árvores e aos oponentes por um tempo, utilize isso pra arriscar um passeio entre as “malditas” ou pra porrar um oponente

Chegar em primeiro lugar rende 50 pontos, segundo 25 pontos, terceiro 10 pontos, quarto 5 pontos e por ae vai…

Existem vários eventos durante a corrida (simbolos de exclamação “!”) que podem ser bastante estratégicos quando o jogador pega a manha do jogo!

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Alguns eventos:

• eventos que geram os anéis, como dito mais acima;

• eventos que  geram curvas em lugares molhados, o que facilita o Drift

• eventos de atalho, bom para aquele momento que vc já tem uma pontuação perto do estimado e uma colocação melhor faria você estourar as pontuações e ganhar um S bonito.

Por falar em S, existe um Ranking para cada pista, D, C, B, A ou S.

Parte técnica

Os controles são ótimos, mas os comandos não são fáceis de aprender, isso pode gerar uma frustração aos jogadores novatos, mas depois que se domina todos os comandos básicos o jogo flue perfeitamente. Existe um tutorial bastante monótono no começo do jogo, mas que é obrigatório para quem quer começar tendo um desempenho mínimo.

Os sensores fluem muito bem e a Monster Games soube fazer bom uso dele!

Os gráficos contribuem bastante para a sensação “Wohoooo” que o jogo passa, com efeitos vertiginosos, cenários bonitos que se passam em vários lugares do mundo real (muralha da China por exemplo). E os eventos que geram destruição nos cenários, fazendo carros voar pelos ares! Avalanche, Erupção Vulcânica e Terremotos de deixar Disaster Day of Crisis com inveja!

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O som é um rock carregado, solos de guitarra comendo solto e contribuindo para o clima radical do jogo, mas se não faz o seu estilo, tem a opção de importar qualquer musica do SD Card e botar pra tocar durante as corridas.
Tu tem a chance de fazer a trilha sonora do seu jeito!

Os contras do jogo

• Ter um modo versus fraco e robótico que não chega aos pés do Single, a falta de um modo para 4 jogadores logo na estréia do console mais família da geração.

• Poucos temas de pistas, que não chega a ser um contra, mas seria muito bem vindo e aumentaria o valor do jogo

• Também senti a falta de uma melhor customização dos carros, os bixos são bacanas, mas só poder trocar a cor é tão pobre!

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Esse é Excite Truck, o sucessor espiritual de Excite Bike, onde você é premiado pelo show que dá durante a corrida, que não é nenhuma mão-na-roda, ao contrário, é frustrante para os novatos!

Recomendação: 90%


De Blob

julho 31, 2009

Um Senhor Platformer

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Se Mario Galaxy é O Platformer, De Blob não fica por menos.

E INTERATIVIDADE é uma palavra bastante presente nas definições do jogo.

O enredo que envolve o jogo é simples, cheio de mensagens políticas. O jogo conta que existia um mundo colorido, estilo tropical, onde pessoas viviam felizes, todos tinham suas diferenças, cada um tinha sua cor, e as diferenças se harmonizavam. Até que surgiu um ditador e acabou com as cores do mundinho, todo mundo era igualmente preto-e-branco (nota-se uma clara referencia ao socialismo), então um ser pacato que vivia na floresta resolve revolucionar a situação, com alguns aliados planeja o seu golpe de estado.

De Blob tem que trazer de volta a cor a cidade, a cidade é toda em escala de cinza, e com essa proposta que começamos a ver a criatividade da Blue Tongue.

Os comandos são simples, analógico para mover o personagem, ‘C’ para ajustar a camera, Z como trava de mira em alguns lugares específicos, Direcional para os lados serve para controlar a camera, para baixo fica em primeira pessoa para poder expecionar o local entre outros comandos o que se deve destacar é o ataque aos inimigos e o pulo, vc trava a mira em um inimigo e aperta o PULO, que é feito com uma sacudida no Wii-mote, e isso flui muito bem, e combina com o som empolgante do jogo!

E falando no Som, voltamos naquele lance da interatividade, um repertorio de estilos bastante empolgante, cada fase tem uma música.
Quando se começa uma fase, não se nota muito a trilha sonora, ao começar a colorir a cidade a musica vai fluindo de acordo com os “toques” nos predios cinzentos, e dependendo da cor que estiver colorindo um instrumento específico começa a “solar” na trilha sonora.
E conforme vai cumprindo os objetivos a musica começa a ficar mais empolgante, passando de pequenas batidinhas para um tremendo carnaval.

O visual de De Blob também é de alto nível, a sensação de vandalismo positivo é bastante agradável, no começo das fases as pinturas são cores chapadas, mas conforme vai terminando as missões as cores vai ganhando texturas.
As fases são gigantescas, com muitas missões a se cumprir, tantas que um sistema para salvar o progresso no meio da fase faz muita falta, se quiser terminar as fases e cumprir 100%, prepare um copão de Refri e um pacote de biscoitos.

Também tem muitos Puzzles usando as cores, existem cores primárias e as vezes o jogador precisa combinar essas cores para formar outra (amarelo com azul se transforma em verde), e os inimigos bem variados, cada fase surge um novo tipo de inimigo.

E as animações entre as fases tem um humor parecido com as cenas do roedor que corre atrás da Noz na “A Era do Gelo”.

O Jogo equilibra bastante Jogabilidade, Som e Visual, de forma maestral! Com uma Qualidade Técnica bastante acima da média, com uma Art Style única.

De Blob dah um trabalho para ser finalizado, por conta das fases bastante grandes e da falta de um metodo para salvar o progresso nelas, além de muitas missões, para cada fase completada existe mais 2 eventos extras.

Minigames para multiplayer e outros extras garantem a longevidade do jogo.

A Favor

• Interação com a trilha sonora, que rivaliza até com jogos ritmicos.
• Jogabilidade bacana que harmoniza com o estilo “dançante” do jogo.
• Art Style bacana e visual interativo.
• Filminhos com bastante humor.
• Um enredo simples com um tom político pode soar como piada para alguns.
• Puzzles diferentes do que costumamos ver no estilo
• Muito o que fazer dentro das fases, 2 eventos extras para cada fase, minigames para multiplayer entre outros garantem a longevidade do jogo.

Contra

• A falta de um sistema para salvar o progresso durante as fases pode ser desmotivador para os que tem menos tempo para se dedicar.

Recomendação: 92%


Super Smash Bros Brawl

julho 7, 2009
A melhor maneira de sentir Nostalgia

A melhor maneira de sentir Nostalgia

primeira série surgiu no Nintendo 64, na febre dos crossovers a Nintendo resolveu fazer o dela, um jogo de luta com uma mecânica bastante diferente dos padrões como Street Fighter e Tekken. Logo ganhou um sequencia para o Gamecube, que deu uma melhorada na série, deixando-a mais refinada! Mas ainda haviam alguns aspectos a serem melhorados, como equilibrio entre os personagens por exemplo, então surge Brawl, acompanhe..

Pela primeira vez um Smash traz um modo história, não, o querido multiplayer não foi alterado, apenas se trata de um dos vários extras que temos no jogo, e vou começar falando exatamente dos extras.

Smash além de um grande game tbm é uma espécie de Museu da Nintendo, no jogo vc encontra os Trophies que contam um pouco sobre os jogos e a historia da Nintendo, são diversos para vc coletar, é disponibilizado um Player para vc tocar as musicas liberadas. Também ao decorrer do jogo vão sendo abertos pequenas demonstrações de alguns jogos da Nintendo como F-Zero, Kid Icarus, e por ae vai…
Outro extra que teve grande destaque foi o Subspacey Emissary, um joguinho estilo beat’n'up, com um enredo simples e alguns filminhos contando a interação entre os lutadores do game e a junção de seus “mundos”.
Também a um criador de fases bem simples, mas dá pra colocar a criatividade em ação.
Fora uns minigames como Home Run, vou ser sincero, ainda não deu pra curtir muito todos os extras (jogo desde o lançamento).

Uma das minhas realizações, botar os dois pra brigar literalmente!

Uma das minhas realizações, botar os dois pra brigar literalmente!

Deixando a entrada, sobremesa e acompanhamento de lado, vamos ao prato principal!!

Agora temos mais personagens que o Mellee, a adição dos Não-Nintendo Sonic e Snake, e novas fases, além de algumas da versão de GameCube e Nintendo 64, novos itens.
Outra grande adição no modo principal foi a Smash Ball, que é uma bola que fica voando sobre a fase e quem conseguir estourar consegue mandar um golpe devastador!

Smash Bros Brawl é lindo de se ver, os personagens foram muito bem detalhados, buscando características dos jogos mais recentes, fora alguns que receberam versões inéditas como o caso de Pit.
Os cenários estão muito bem desenhados, cada cenário te propõe uma experiência diferente de batalha, e eu poderia fazer um review inteiro só falando deles e suas particularidades, mas precisaria de muito mais tempo e os leitores de muito mais saco, é melhor cada um confiar no que eu falo e ir jogar que a enorme variedade de cenários é garantida.
Além da preocupação com a parte “física” dos cenários a parte visual também dá um show, sempre temática, com uma beleza capaz de distrair quem tá esperando a vez na “de fora”.
Também destaco os efeitos das porradas e dos itens, que aumentam o clima de zona deixar o jogador perdido e atrapalhar a jogatina (com excessão dos Nintendogs e Mr. Reseti).

E ainda porcima bate uma vontade de jogar Star Fox!

E ainda porcima bate uma vontade de jogar Star Fox!

Também nessa quesito de tudo acontecendo junto ficam os efeitos sonoros, onde é possível identificar o ruido do seu personagem e os da fase sem que isso atrapalhe ou irrite os jogadore, pelo contrário, é até motivante e contribui pro clima de porrada coletiva, os golpes e itens mais fortes tem um destaque maior no som, por exemplo, se por acaso um jogador pegar um Hammer (possibilidade quase certa de arremessar o oponente longe), até o mais distraído vai se ligar no som característico e de imediato catar na tela o infeliz que pegou o martelinho!
E a TRILHA SONORA, chamaram grandes musicos dos games para remixar temas antigos dos jogos Nintendo e adcionar alguns novos (procure pelos nomes dos musicos se tiverem curiosidade, só fera!), algo de muita classe, aquele Player que eu falei no início não é atoa não, prepare-se pra perder um tempo nele, e o tamanho da lista de musicas é GIGANTE

Agora temos um Smash mais lento que o Melle, e um equilíbrio maior entre os personagens, tentaram cortar os macetes e bugs do Mellee (tentaram, pq agente é ruim e descobre outros). Além da recalibrada nos golpes de todos os personagens, alguns sofreram mudanças, como o mario que perdeu o Spin no chão para entrar o Flood, além da já citada Smash Ball que acrescenta um golpe característico para cada personagem.
Dentre as novidades da jogabilidade entra também a variedade de controles usado no Smash, podendo usar o controle de Game Cube, Classic Control, Wi-mote + Nunchaco ou apenas o Wii-mote na horizontal. Com excessão deste último, todos respondem perfeitamente bem, com precisão e não ficam devendo em nada para o GameCube, ficando apenas como um capricho do jogador em escolher o melhor controle ou jogar com o que tiver (no caso dos menos afortunados), o Wii-remote na horizontal dá pra jogar, mas limita muito o conforto e a praticidade.

E se por acaso não tiver nenhum companheiro em casa pra tomar uma surra, tem a opção de jogar online.

Um dos meus personagens prediletos no jogo.

Um dos meus personagens prediletos no jogo.

Smash é um jogo de luta que não tem variações apenas porcausa dos personagens, personagens mudam a batalha, itens mudam a batalha e cada cenário é um experiência diferente, todos em grande quantidade combinam uma soma muito grande de possibilidades e situações, que aliado aos extras traz a sensação de Replay Infinito.

Se eu fosse definir Smash em uma frase eu diria: “A melhor maneira de sentir Nostalgia”

A Favor

• Trilha sonora remixando com grande classe os temas de antigos jogos
• Jogabilidade continua excelente, com os personagens agora mais esquilibrados
• Visual de alto nível
• Extras e mais extras
• Replay Infinito
• Ver Sonic e Mario caindo na porrada
• Um bom sistema Online

Contra

• Não tem.

Para quem gosta da Nintendo ou de algumas franquias o jogo tem um clima de exposição ou museu. Para quem esteve numa caverna nas ultimas décadas, vai encontrar um excelente jogo de luta, com possibilidades para 4 pessoas, caprichado em todos os aspectos, um jogaço!

Recomendação: 100%


Disaster: Day of Crisis

julho 6, 2009

Clichê Holywoodiano!

Impacto Profundo? O Dia Depois de Amanhã? Parece um filme clichêzento americano mas não é. Disaster traz tudo que vimos nos filmes de tragédia de uma forma que nunca vimos num game.
E abusaram da dose, o jogo fala de um grupo terrorista revolucionario de um país latino que rouba projetos científicos e ameaça detonar os Estados Unidos caso não cumpra suas exigências. Com direito a Vulcão em Erupção, Terremotos, Tsunâmis, Torregosa, Enchentes, Maremotos entre outras catástrofes.
Você vive um típico herói americano, Ray, um membro de uma equipe de resgate que perde um amigo durante sua perigosa rotina de trabalho, e promete a esse amigo protejer sua irmã.

Não é o Wolverine!

Não é o Wolverine!

Disaster graficamente tem seus altos e baixos, que vai desde um tenso Tsunami engolindo uma ponte de forma cinematográfica até os carros sem graça no meio do caminho, de prédios gigantes desmoronando na sua frente até os carinhas que para resgatar vindo diretamente da geração passada!
No final das contas consegue passar o clima de “é o mundo se acabando!” que o jogo propõe, mas deixando o jogador convicto que precisava bem mais de capricho aos detalhes.

O jogo tem muitos textos durante as conversas com os personagens comuns, ausência de dublagem, nas cut-cenes as dublagens são boas, reforçando o climão de filme de desastres, onde você pode jurar que viu aquele personagem em algum filme, mas nunca em nenhum jogo!
As musicas também fazem o estilo de tensão e perigo, e são bem executadas, durante as fases a trilha sonora é mais branda, dando destaque mesmo aos efeitos sonoros que as vezes são ridiculamente toscos, como andar numa plataforma de metal e ver o “tec tec tec” mal reproduzido que chega a ser feio até para a geração passada!

Ohooooooo! É o mundo se acabando!!!

Ohooooooo! É o mundo se acabando!!!

Mais clima de filme impossível, o jogo parece que te faz decorar um Script e te manda atuar em várias “tomadas”.
E essas “tomadas” são ação no carro, tiroteio e resgate de pessoas com exploração nas fases.

Ação no carro te coloca atrás do volante para perseguições e fugas, é jogado com o wii-mote na horizontal simulando um volante, um botão para freio, outro para acelerador e outro para freio de mão. E a simulação do volante é perfeita, a sensibilidade altamente calibrada e respondendo com fidelidade os seus movimentos, isso em um desafio de pistas… ahm, como eu poderia dizer… acidentadas?… melhor, em processo de degradação, um tsunami querendo te engolir, rochas saltando no seu parabrisas ou descer ribanceira abaixo num morro esburacado. Tudo perfeitamente executado.
Seria ótimo ver um jogo inteiro somente com essa parte!

Depois de todo cagaço, não é uma pistolinha que vai intimida-lo!

Depois de todo cagaço, não é uma pistolinha que vai intimida-lo!

A parte que o tiro come solto é execução em lances com um caminho pré-determinado (vulgo On-Rail), progredindo em etapas, e em cada pausa o jogador tem um lugar para se abrigar dos tiros dos oponentes e só parte para a outra etapa depois que eliminar todos os oponentes da tela. Com o passar do tempo os inimigos comuns passam a ficar repetitivos, a mecânica não evolui muito, apenas nos chefes você encontra desafios inéditos, e esses são bem elaborados, dando um UP no jogo.
Os comandos fluem perfeitamente, usar o pointer para mirar, o direcional para trocar as armas, o B para atirar e o A para dar ZOOM na mira, chacoalhar o Nunchaco para recarregar, mas eu recomendo customizar para o direcional analógico para baixo, fica mais intuitivo simulando o “cão” da arma.

Bota a cara neguim!

Bota a cara neguim!

E a parte de exploração, onde você tem que procurar por feridos para ajudar (você é um herói americano, não se esqueça disso), e de quebra catar uns itens para fazer upgrade e resolver uns puzzles, além de eventuais Quick Time Events pra te fazer suar um pouquinho. Os Puzzles são bem mais ou menos, bem fáceis e “na cara”, mas bacana de ser executado. A parte de exploração tem seus pontos fortes quando vc é surpreendido por alguma catástrofe e é ae que geralmente rolam os QTE.

A parte legal é que esses 3 estilos de jogo são bem mesclados, de uma maneira que não torna o jogo chato ou repetitivo, e deixando mesmo aquele clima de filme!

E para acrescentar conteúdo tem o lance de achar um coroa nas fases, e ele libera treinamento com armas, que liberam novas armas e rendem um bom minigame!

Morra maldito Caixote! Morra!

Morra maldito Caixote! Morra!

A Favor

• Cansou de assistir filmes clichês e gostaria de interagir com um? Essa é a oportunidade!
• A parte de direção é realmente perfeita, merecia um jogo só dela.
• Um novo estilo de jogo que mescla de forma genial outros gêneros.
• Prédios desmoronando, Tsunamis, Vulcões em erupção, Terroristas e muito mais, tudo num jogo só.
• Chefes bem bolados.

Contra

• Falta de capricho em muitos quesitos técnicos que é inadimissível para um jogo da atual geração
• As partes de tiro acabam ficando repetitivas com o tempo
• A parte de exploração merecia mais atenção, o Ray as vezes parece que tá cagado quando anda!

Pra quem curte esse lance de cidades sendo destruídas, se safar de grandes perigos essa é uma boa pedida, lances originais, mas um desleixo infantil que fazem até os menos exigentes ficar de olho torto para alguns quesitos técnicos.

Recomendação: 70%


Klonoa

julho 4, 2009

Tá Nervoso? Vá Jogar Klonoa!

Klonoa é um jogo de Plataforma 2D e meio, ou seja, um plano 2D com modelagem e algumas sacadas em 3D, é remake de um jogo de Playstation e também um dos destaques do estilo para sua época.

O típico heroi de um Platformer 2D

O típico heroi de um Platformer 2D

O jogo fala sobre um mundo todo coloridão e pacífico que é ameaçado por um ser malvado, que rouba um artefato que pode acabar com a vidinha pacata dos moradores, então resta a Klonoa salvar o mundo.
Sem entrar muito em detalhes, o enredo é simples contado de forma leve, com diálogos dublados em várias línguas (Inglês, espanhol…), e em cut-cenes bacaninhas que dão um charme ao jogo, nada de impressionante para o estilo, simples e leve como deve ser.

O visual do jogo é uma coisa linda, com o cenário muito bem desenhado, a modelagem em 3D dando um ar de liberdade para o jogo que foi remodelado para o Wii usando cell shading, o design das fases são bastante criativos, usaram bem a mescla de 2D e 3D como curvas , mudança de uma plataforma atual para uma mais “atrás”.

Klonoa antes e depois do banho de loja!

Klonoa antes e depois do banho de loja!

O jogo conta com músicas de primeira qualidade, bem relaxantes que traduzem a sensação de paz que o jogo traz, combinando sempre com as fases.
A dublagem é bem feita tbm, em vários idiomas, uma voz meio adolescente para Klonoa, meio infantil para seu companheiro, meio debochada para o Joker, enfim, combinando com o visual dos personagens.

Dá para jogar com o Wii-Mote na Horizontal, Wii-mote junto com o Nunchaco, Controle do GameCube e Classic Control. Eu testei apenas com o Wii-mote na Horizontal e com o Nunchaco.
Com o Wii-mote na Horizontal vc tem mais precisão porcausa do direcional, mas por se tratar de um jogo modelado em 3D o analógico deixa uma sensação mais macia na jogabilidade, então são duas opções pro jogador escolher, garanto que as duas fluem muito bem e não vão atrapalhar em nada no gameplay, a seleção fica a critério e capricho de cada jogador.
Então resta um botão de ataque, onde se usa seu companheiro para capturar os inimigos e usa-los para progredir na fase, e um botão de pulo. O pulo é feito em dois tempos, um pulo comum e se apertar denovo ele flutua (também pode usar inimigos para um segundo pulo).
Os comandos são fáceis de aprender e no decorrer abre um leque de possibilidades de movimento (aliado com o já elogiado level-design).

Eu conseguiria ficar um bom tempo admirando essa cascata!

O jogo é tão relaxante quanto aquela cascata ali oh!!

Gostaria de destacar aqui os chefes que são bem feitos até para os dias de hoje, nada que digamos “Oh! Que Chefe GENIAL!!”, mas tem suas sacadas.

Tem peças escondidas nas fases para ser coletados, alguns te recompensam de forma útil na progressão do jogo (vida extra por exemplo) e alguns apenas pelo simples prazer de detonar com o jogo, as vezes na sua cara, ou as vezes só para quem é curioso e resolveu vasculhar o cenário.

Ae do nada!… o jogo acaba!

Esse é o maior defeito de Klonoa, é um jogo muito bacaninha, mas que acaba rapidinho.

E você vai me dizer: “Mas Wellington, é um jogo antigo e é plataforma 2D, eles acabam rápido mesmo!”

Se você pensou em dizer isso eu recomendo que vá em caráter de urgência jogar Super Mario World!

Eu penso que cuidaram tanto dos aspectos técnicos do jogo, ficou tudo uma maravilha, e não pensaram em ampliar o jogo, adcionar mais fases e mais conteúdo, isso faria o jogo ser quase perfeito!

A Favor

• É um jogo técnicamente impecável, mesmo sendo um jogo da geração 32 bits, com uma reformulada em alguns aspectos ele bate de frente com muitos jogos de Wii.
• Tem um estilo bastante relaxante, aquela sensação de desenho animado aos sabados de manhã.
• Ser um jogo de duas gerações atrás e continuar autêntico.

Contra

• Ser um jogo tão bacana e acabar derrepente, deixando você chupando dedo.

Pra quem curte jogos de Plataforma 2D, que sente saudades da época do Playstation ou pra quem não teve a oportunidade de tocar nessa maravilha, Klonoa é COMPRA CERTA!

Recomendação 85%


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