Review: Ghost Busters (Wii)

setembro 20, 2009

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Quem não se lembra deles? Aquela musica marcante, personagens inesquecíveis. Nesse ano fomos presenteados com novos jogos dos Caça Fantasmas, tanto no Nintendo wii quanto em outras plataformas. Só que esse é um daqueles jogos em que não se apostou em um downgrade e sim um jogo totalmente feito se pensando na plataforma da Nintendo. então primeiramente deve – se lembrar que esse é um jogo único, e que não devemos querer compara – lo aos outros.Ghostbusters-782338

Primeiramente a escolha de gráficos cartunescos caiu muito bem, o jogo fica cômico, mas não ao ponto de se tornar infantil por isso. O jogo continua com o mesmo ar e também própositos que os Ghost Busters sempre tiveram. Os desenhos estão bonitos e bacanas de se ver, cenários bem trabalhados, e destrutiveis. O que se podia ter melhorado aqui é a repetição de “locais’, ok, não estou falando que são os mesmos sempre, mas sim que são muito parecidos fazendo parecer por vezes as mesmas áreas (isso, fora quando você realmente retorna a alguns locais). Mas o jogo apresenta texturas bacanas, cust Scenes legais, possibilidades bacanas. Nada também muito excepcional, mas em se tratando de um jogo baseado em filme, ou qualquer coisa parecida está muito bom, só não merece mais elogios pelo motivo de ultimamente os jogos baeados em outras midias também estarem equilibrados, vide o jogo Batman: Arkham Asylum.

Falando um pouco sobre as musicas e os sons, eu sinceramente senti falta de uma maior exploração da musica tema da série (Não sei se porque adoro ela…), mas o som está bacana, bem feito, só um pouco sem inspiração, não consigo destacar muito, pois o jogo não possui uma musica que te prenda a ponto de cantarolar ela. Os efeitos sonoros também estão aceitaveis, nada espetacular.Mas nada que atrapalhe na imersão.

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Chegamos a um dos pontos fortes do game, a jogabilidade divertida e simples desse jogo faz com que a jogatina seja muito divertida. Os controles fluem bem, as possibilidades de armas são muito bem escolhidas. Com o direcional analógico são feitas as trocas de armas, um acesso facil, com o gatilho do Wiimote você aciona a arma. O mais legal é como isso soa parecido com a série. Certamente não havia forma melhor de se fazer isso. Junte – se a isso chefes criativos, um bom balanceamento de fantasmas, e tons cômicos a cada um deles. Simplesmente genial.

Outra parte de destaque do jogo é o modo cooperativo. È muito legal sair caçando fantasmas com a ajuda de um companheiro. Essa experiencia aumenta o replay do jogo, e também o torna mais divertido. O único contra é que o flame rate cai bastante nesse modo. Mas mesmo assim essa é a forma mais divertida de se apreciar esse game.

No Geral Ghost Busters Wii é um bom jogo baeado em uma série ja consagrada, e que cumpre bem o seu papel. Se você é fã, não perca esse game, se você não é, não tem problema, vai ter um bom jogo pra distrair!

Notas:

Gráfico: 8,0

Som: 7,5

Jogabilidade 8,6

Apresentação: 7,7

Replay: 7,4

Nota Final: 7,8


Review: Deadly Creatures!

agosto 29, 2009

Na ultima coluna postei o segundo review que tinha feito, o de House Of the Dead, esse agora foi o primeiro, é bom pra quem quer saber de bons jogos, e as vezes ta na duvida:

Review  Deadly Creatures (Wii)


Gráfico – Com toda certeza o trabalho gráfico desse jogo é excepcional. Belas paisagens, um visual artisticamente muito bonito. È interessantíssimo como conseguiram colocar a visão dos lugares através da visão de uma tarântula e um escorpião. Andar por aqueles lugares curiosos, ver coisas relacionadas aos humanos através da jogatina é algo realmente  que prende. È bom ver thirdies se darem ao trabalho de caprichar em um jogo que nem sequer hype tinha. Mas nem tudo são flores…

Infelizmente a vontade de fazer gráficos desse nivel acaba por complicar algumas coisas, como quedas constantes no frame, e também um maldito Loading que a qualquer momento do jogo aparece te deixando um pouco nervoso com a situação. Poderiam também ter caprichado mais nas partes mais humanas do jogo, os cenários e também as partes onde os humanos aparecem são bem feias. Fora o finalzinho, digno de pena. Enfim, cumpre bem o papel do jogo. Mas acredito que o time de desenvolvimento poderia ter tido mais atenção a detalhes pequenos, mas que certamente fazem diferença.

Nota: 8,2

Som – Interessante, porém deixa a desejar. Em algumas partes você perceberá que os sons dos insetos são claramente irreais. Os sons ambientes do jogo também são um pouco de mal gosto. O que chama atenção mesmo é a trilha sonora, meio sombria, misteriosa, adequada para um jogo nesse gênero. Uma pena que ela seja repetitiva, e também tocada muito pouco, o que deixa o jogo com cara de monótono.

Nota: 6,5

Jogabilidade: O ponto alto do jogo. Movimentos bem elaborados, sem exageros no uso do Wiimote. Os comandos respondem muito bem. A forma de movimentação dos personagens também é muito boa. Poderiam ter dado um melhor ajuste na maldita câmera, que apenas serve para você trocar a posição da visão. Limitada e irritante em alguns pontos, mas longe de atrapalhar. Comandos muito criativos, principalmente com o escorpião, poderiam ter usado mais os recursos de finalizações usados pelo mesmo, mas realmente ficou tão boa que não dá pra reclamar muito.

Nota: 9,0

Geral – Um jogo inusitado, diferente. Conseguiu me prender até o fim mesmo com idéias originais e bem elaboradas. O jogo te apresenta uma historia curiosa no começo, mas que com o decorrer do jogo você percebe que está ali só por estar, parece que quiseram realmente imitar um filme B, a palavra certa seria trash, uma pena, porque curioso você fica… Não há muitas opções de jogo, até porque não vi necessidade para isso, mas missões extras seriam bem vindas. São 10 capítulos, um para cada um dos pequenos seres. Não poderia deixar passar uma coisa que achei muito legal que foram as partes fora da jogatina, a entrada do jogo, e todas as telas principais são legais, muito legais mesmo.

Nota: 8,0

Diversão/replay – Normalmente franquias diferentes como essa são difíceis de prender. Deadly Creatures tem por principio a curiosidade em cima da idéia do jogo, o que por si só já deixa interessante o teste. Mas com certeza você conseguirá se divertir. È um jogo diferente mesmo. Mas infelizmente o jogo é curto. Te passa a sensação de correria por parte da produtora, quando você menos pensa que não, o jogo acaba. Uma pena. Sem contar que não há nada muito interessante para uma segunda jogada, a não ser belas art Books e desenhos, que eu particularmente gosto de ver. Mas fora isso é um jogo que você vai jogar e vai empoeirar na prateleira logo depois de terminado.

Nota: 6,9

Um jogo diferente. Franquia nova. Você com certeza se divertirá, mas é óbvio algumas falhas que poderiam ser arranjadas numa futura continuação. O que se vê é o potencial do jogo, que se fosse mais bem explorado seria um baita jogo. Se vocÊ está curioso, pegue o jogo, não se arrependerá.

Nota Final:  7, 7


Review: The Conduit!

agosto 22, 2009

Desde quando foi anunciado, the Conduit passou a ser olhado com outros olhos por muitos jogadores. O motivo? uma grande expectativa gerada pela produtora do jogo, a High Voltage. Muito se falou sobre uma nova engine que iria trazer gráficos jamais vistos no Wii. Foram demonstrados diversas demos muito bonitas do que a engine era capaz. Mas o medo de quem acompanha jogos a muito tempo era que a empresa era muito inexperiente no mercado (15 anos mais precisamente mas nada ainda no curriculo), e que mesmo tendo uma ótima engine não conseguissem trabalhar na mesma. Afinal a produção de um jogo nunca foi e nunca será somente gráficos. Afinal, o que a HV conseguiu no produto final?

A história de The Conduit se passa nos dias atuais. Washington está no meio de um ataque extraterrestre e fica por conta do agente secreto Ford para descobrir a verdadeira razão por trás da invasão. Para fazer isso, ele terá diversas armas e habilidades para serem usadas. Sendo assim, o personagem principal e pelo jogador utilizado pertence a uma organização denominada The Trust,e é chamado para combater este pequeno grande problema e desvendar alguns mistérios que pairam no ar, e que toda a população deseja saber. Por exemplo, como será que os aliens descobriram o nosso pequeno planeta azul e porquê atacá-lo? E para nos auxiliar teremos, em grande partes dos níveis, a companhia do agente secreto Ford.

O arsenal do jogo é bem impressionante, pois alem das armas comuns ainda temos as armas dos alienigenas (minha preferidas), variações e também upgrades legais fazem parte do jogo, algumas armas por sinal se carregam (como em Metroid Prime), mas raramente se tem tempo para ficar carregando, sendo mais divertido dar tiros sem parar. O jogo passa um ritimo frenético, a ação é constante, e apesar disso a queda de frames é muito pouca (quase inexiste). the-conduit-boxart-full

Mas certamente a primeira coisa que um jogador  mais atento ou que estivesse a espera do jogo irá notar é que os gráficos não são tudo que a high Voltage prometeu. Há um contraste gritante entre algumas áreas e outras, tanto que facilmente você se perguntará se não trocou o jogo em algum momento. Varia de cenários belissimos a lugares que mal se vê uma textura descente. A única coisa que mantém o nivel gráfico são as armas, muito bem detalhadas por sinal. Outra coisa impressionante a se notar aqui, é que os cenários são literalmente indestrutiveis, um pecado hoje em dia, é terrivel você atirar uma bomba em uma janela e vê – la inteirinha depois do bombardeio. Mas nem tudo foi tão mal, certamente se vê um potencial enorme no jogo em questão de gráficos.Uma pena que o som do jogo também não ajude, senti que os efeitos sonoros e músicas do jogo são abafados e estranhos, além de não empolgarem nem um pouco. a música de abertura até que é legalzinha.

Mas o ponto onde este jogo brilha certamente é a jogabilidade. Antes mesmo de começar a jogar, se sente o capricho da empresa com essa parte, pois você pode customizar os controles livremente, adequando assim a forma como você gostaria de jogar. Os controles respondem incrivelmente bem, e fazem com que o jogador não queira desgrudar do jogo. O pointer ajuda de forma espetacular. Certamente o jogo servirá como parâmetro para FPS em consoles!

the-conduit-boxart-full2Algumas coisas irritam no jogo, como por exemplo o desenrolar da historia, é muito chato você descobri – la por intermedio do radio e de subtitles. Afinal o jogo sequer tem Cust Scenes, outra coisa imperdoável. È sério, o game fica com um ar mais génerico que o comun. Mas segundo a HV o foco do jogo não era este, e sim o On Line. Pois bem, aqui cumpriram o que falaram, é certamente o melhor uso do sistema On Line da Nintendo (que é muito ruim por sinal), o jogo é divertidissimo, me lembrou claramente as muitas horas em Goldeneye 007 do Nintendo 64. Mesmo assim ainda tive alguns problemas com lags (nada que atrapalhe na jogatina).

Por fim, vale lembrar que o jogo te faz querer jogar até o fim, são cerca de 10 horas no Single Player mais os adicionais de extras. Uma dificuldade muito boa, dosando momentos de tiroteio desenfreado com partes dificilimas, pois a I.A do Jogo é muito, mas muito boa mesmo, é mais um ponto pra HV.

È muito claro que eles tem muito a aprender ainda, o jogo esta longe de ser a oitava maravilha do mundo, mas também muito longe de ser um jogo ruim, com um pouco de experiência acho que chegam lá. Isso faz acreditar em futuros grandes jogos dessa empresa, eles não deveriam ter criado toda expectativa em cima do jogo, isso atrapalhou. Porque no fim de tudo nos deram um jogo, que se não é ótimo técnicamente, é ótimo no quesito diversão! A High Voltage conseguiu o que não haviam prometido em nenhum momento: Um jogo bom!

A Favor: ótimo On Line, Jogabilidade excelente, Diversão.

Contras: Contraste gráfico perceptivel variando do bom ao regular constantemente, Falta de Cust Scenes, Cenários indestrutiveis.

Gráficos: 7,3

Jogabilidade: 9,5

Som: 6,4

Apresentação: 7,1

Replay: 9,3

Nota Final: 7,9
Este é o tipo de jogo que a nota não diz muito, se você curte FPS, pegue este,se divertirá bastante, até porque o Wii não tem tantas opções!






Review: The House of the Dead Over kill

agosto 15, 2009

Bem, vou postar dois reviews antigos meus, na verdade os primeiros, caso alguem queira saber sobre dois jogos do Wii, um, pouco falado,o outro que se saiu bem no Wii!

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Review:  The House of the Dead over kill

Gráficos – Excelentes.  O jogo foi realmente muito bem feito. Não há muito o que se criticar aqui. A única coisa que se pode cobrar, é que eu ainda acho que não estão realmente usando toda a capacidade do Wii, porque eu sei que ele pode ainda mais que isso. Há por exemplo falhas nas explosões, que não foram tão caprichadas, e também um certo excesso de sangue que espirra na tela em alguns momentos “borrando” um pouco a arte como um todo.  A forma como os cenários, tal quais as ambientações são mostradas também merecem destaque. Você vai realmente se sentir “assistindo” um filme trash, tanto o visual dos personagens como suas vestimentas, estilos e tudo. Fizeram realmente um ótimo trabalho. As partes de apresentação das fases são extraordinárias, parecem cartazes de filmes exibidos na década de 70. Nesse quesito o jogo se supera.

Nota: 8,8

Som – Magnífico, som muito bem trabalhado. Dublagem maravilhosa, o narrador do jogo é hilário, assim como a forma de interação dos

"Vamo nessa xará, matar Zumbis nunca foi tão divertido!"

"Vamo nessa xará, matar Zumbis nunca foi tão divertido!"

personagens, você vai rir um bocado de algumas sacanagens que eles falam, palavrões não faltam também, e tudo muito, mas muito convincente. O som ambiente também está ótimo. E o que dizer das músicas? Simplesmente Geniais. A parte sonora do jogo foi muito, mas muito bem executada. Não merecendo uma nota maior por repetitividade em algumas musicas.

Nota: 9,1

Jogabilidade – Pra mim mais da metade da diversão de um jogo On Rail é medida por aqui.  Pois bem, o controle é perfeito, nesse quesito o Wiimote é simplesmente ótimo. Mas o problema aqui é que achei tudo muito simples, muito simples mesmo. A primeira coisa  perceptivel foi terem facilitado a vida dos jogadores novatos, com munições infinitas, armas muito fortes. Segundo, a falta de opções legais em meio ao jogo, algo visto em REUC. Essa facilidade acaba por comprometer um pouco na jogatina, Principalmente em modo Coperativo, fica muito fácil. A salvação é o nível maior que abre com o tempo. O nível de precisão dos movimentos é impressionante, tornando a experiência muito agradável mesmo. Não teve nenhuma inovação, nem por isso é ruim, mas como disse não usou algumas coisas legais que já até foram usadas, e muito bem por sinal, em um jogo do mesmo estilo.

Nota: 8,0

Geral – O Jogo é mais uma série On Rail a aparecer no Wii, um gênero não muito levado a sério pela maioria dos jogadores, mas esse jogo mostra  que os jogos deste estilo podem sim vingar  em consoles. O jogo é divertido, tem desafio, história legal, tudo o que um bom jogo precisa. È muito claro que o Wii pode e muito ajudar este estilo a crescer, jogar com o pointer é simplesmente prazeroso, ainda mais com um amigo por perto.  A parte multiplayer do jogo é competente, poderia se sair melhor, mas ainda assim divertida com alguns mini – games bem legais, como o Tiro – ao – alvo, e um de proteger seu aliado. Engraçado que caberiam nesse jogo mais mini – games. No modo Cooperativo você irá se divertir também. Gostei particularmente de cada um dos players terem sua própria barra de sobrevivência, algo que eu não gostei em REUC. Enfim, este jogo consegue ser, e muito, superior a todos os outros da série e também a todos os outros jogos do estilo para o Wii.

Nota: 8,2

"Vai se ****"... "Aqui não pode!!!!".. "***" ... "mals, to acostumado!"

"Vai se ****"... "Aqui não pode!!!!".. "***" ... "mals, to acostumado!"

Diversão/Replay – Sozinho ou em turma, você vai se divertir. Viciante do começo ao fim, o jogo apresenta muitas opções legais de jogo. Alguns extras legais para desbloquear, como vídeos de lançamentos da Sega e também aberturas do jogo, por sinal tem uma abertura caprichada com uma bela loira dançando. Há ainda o extra de  fases director’s Cut, que nem tem lá muita diferença, mas que acabam te fazendo jogar novamente, e mesmo assim se divertindo de novo. Enfim, chame os amigos, porque matar zumbis nunca foi tão divertido.

Nota : 8,6

NOTA FINAL:  8,5

Depois de jogar esse jogo, muita gente vai perceber que a idéia de algumas empresas optarem pelo gênero não é de todo ruim. Acho que eu prefiro jogos bem feitos assim a ter downgrades de jogos de outras plataformas, que fazem má fama no Wii. Joguem, esse compensa e é uma bela surpresa!


Análise Punch – Out!!!

julho 26, 2009

punchoutJá faz um tempo que Puch Out não dava as caras em um novo game, para ser mais claro, desde a  época dos 16 Bits. Quando vi a iniciativa da Nintendo em fazer um novo game da franquia não me senti tão na expectativa, fato este talvez entendido devido ao fato de eu não ter jogado o game  na época do Snes. Eu imaginei  o jogo de uma forma, a Nintendo usou a mesma forma, tematica e mecânica de antes, bom ou ruim?

Na verdade para quem não jogou  os games antigos, tudo aqui seria novo, ou parecer novo. O fato é que a escolha me pareceu acertada, pois apesar da mecânica idêntica (joguei o jogo esses dias, e é realmente a mesma coisa),   o Gameplay consegue ser agradável e muito proveitoso. Só não gostei mesmo é que as manhas para alguns personagens é a mesma ( se não todos), pois não finalizei o game antigo, isso me pareceu um pouco desleixado, mas a medida que o jogo avança, as técnicas também se elevam, deixando o jogo com um ar de coisa nova. Os controles são precisos, também pudera, se não fossem… 84

Punch Out conta a história de Litle Mac e seu percurso para se tornar o campeão da W.V.B.A, seus oponentes são personagens em sua maioria vistos antes, por sinal a galeria de personagens de Punch Out é muito boa, são carismáticos e divertidos, King Ippo e Disco Kid que o digam.  Algumas animações a mais  seriam importantes para uma melhor apresentação do game, não que ela seja ruim, longe disso,ela é ótima, mas a falta disso é clara, outro ponto importante é que os gráficos apesar de bonitos, estão aquém do ideal, uma melhor variação de cenários, cenas  e animações  fariam com que este aspecto fosse impecável.

Esse gordão ai só tem pose...

Esse gordão ai só tem pose...

Voltando a falar um pouco sobre os controles, há uma variação opcional de formas de gameplay, tanto o controle de Game Cube quanto os sensores do Wii são opções, mas são meio inuteis, porque na verdade o controle  do Game Cube funciona da mesma forma que o Wiimote “deitado”, e os sensores são muito ruins de se jogar, fazendo com que perca e muito na jogabilidade, o bom é que se você tem apenas um Wiimote e um Controle de Game Cube, ajuda no multiplayer. De forma total, os controles são muito bons mesmo, viciantes, deixando a desejar mesmo só em sua formula,  que convenhamos para hoje é ultrapassada, ainda mais em um video Game que prega a “revolução”.

Uma parte importante do game é sua parte sonora, muito boa, com muitas variações de musicas, como também uma dublagem quase impecável, uma ou outra musica causa um certo ar de repetividade, o que não é bom, pois Punch Out é um jogo em que se retorna muitas vezes e  acaba – se obrigado o ouvir algumas musicas repetidamente.

Mas o que mais faz de Punch Out indispensável é que o game te prende de ma forma única, você irá se ver muitas horas tentando descobrir os segredos de seus inimigos, e mesmo  perdendo votará a tentar, é uma formula simples de jogo, porém eficaz, uma pena que o multiplayer apesar de agradar de inicio não te prende como deveria, problema esse gerado pela falta de idéias e opções de jogo.  O modo Carreira, é longo e dificil, depois que Litle Mac conquista o cinturão, os adversários passam a desafia – lo, e é ai que o jogo realmente começa, chega momentos em que te dá vontade de jogar os controles longe, mas também quando vence é recompensador,   Punch Out consegue mesmo ser um game  simples, bem feito e muito, mas muito viciante. Mas infelizmente depois que se termina o jogo, sobram poucas opções em Multiplayer, no single ainda restam os desafios, como derrubar seus oponentes em um round (algo dificílimo),  o que faz de Punch  Out um jogo realmente compensador pelo single mesmo.

A mecânica veio desde o Snes, mas sem pre foi viciante!

A mecânica veio desde o Snes, mas sem pre foi viciante!

Punch Out se utiliza sim de uma mecanica antiga, de idéias simples, mas é um game que deve ser visto diferente, pois seu foco tembém o é. È dificil por exemplo compararmos este com Fight Night, apesar de ambos terem o mesmo pano de fundo, o Boxe! Punch Out consegue, e muito bem fazer o que promete, diversão sem compromisso, mas nem tanto, pois com certeza necessita de tempo e dedicação para se terminar o game.

Este é um daqueles games que merecem estar em sua coleção, pontos únicos neste novo jogo fazem de Punch Out um dos  mais divertidos do ano!

Pontos fortes: Gráficos bonitos,  Modo Single bem completo, um tipo de jogo único nos dias de hoje, diversão.

Pontos Fracos: Falta de mais animações, gameplay pouco inovador, repetição de idéias do game anterior.

Notas:

Gráficos: 8,3

Jogabilidade: 8,0

Som: 8,6

Apresentação: 8,5

Replay: 9,3

Nota Final: 8,5


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